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#38 – 2ª Corrida/Caminhada Dry Fit Academia

Nona corrida do ano em Sobral; oitava da qual participo. Segunda edição da Corrida e Caminhada “Corra com Saúde”, organizada pela Dry Fit Academia, no bairro Renato Parente.

Divulgação feita com bastante antecedência e valor acessível: R$ 50,00. Para grupos a partir de quatro corredores, a inscrição custou R$ 35,00 por atleta.

Os interessados se dirigiram à própria academia tanto para inscrição como para retirada do kit. Largada marcada para as 6h30 de hoje, domingo, 19 de novembro, 365 depois da primeira edição.

Me inscrevi sozinho… O Pedro Ximenes, colega corredor, até me perguntou se eu não me interessava em entrar num grupo, mas na correria dos dias acabei esquecendo de responder “sim”. Bem feito.

Da última corrida pra cá, eu deveria ter participado de uma Meia Maratona em Fortaleza, mas por questões particulares não pudemos ir até a Capital. Então, seguimos nos treinos semanais. Oito quilômetros aqui, 12 ali, 17 mais pra lá, 10 mais pra cá, academia quando dá certo, e assim vão se passando os dias.

Na última quarta, feriado, fomos até Forquilha, cidade vizinha à Sobral. Tem outra Meia Maratona chegando (26 de novembro) e um desafio de subida em 17 de dezembro. Portanto, é necessário treinar distâncias maiores.

Na sexta-feira fui na academia pegar o kit. Sem filas, sem demora. Camisa, viseira, sacolinha, percurso impresso, panfletos e número de peito.



Ontem, sábado, Camilla e eu fizemos o “reconhecimento” do percurso. Apesar de conhecermos bem um trecho da corrida (Av. Mãe Rainha), tinha uma outra parte que não era familiar, pois é uma área bem deserta do bairro. Tanto é que no treino de ontem, levamos alguns sustos… De vez em quando passava um “elemento” pela gente. Mesmo assim, deu pra ver que não seria molezinha; teríamos algumas ladeirinhas pela frente.

Fora divulgado pela organização que seriam percursos de 3.5k para caminhada e os percursos de 5.5k e 10.5k para corrida, sendo que a turma dos 10.5k fariam duas vezes o trajeto da turma dos 5.5k. Mas se 5.5 x 2 = 11, onde iria parar esse meio quilômetro? Não sei.

Outro ponto curioso estava no regulamento divulgado. Primeiro, no artigo 11º, estava explícita a quantidade de vagas: 140. Já o artigo 12º, em outras palavras dizia que quem chegasse até 1h depois da largada ganharia medalha… E quem chegasse depois? Afinal de contas, fazer 10km em uma hora não é tããããão comum assim. Eu mesmo pelejei mais de ano até conseguir isso.

Sai de casa às 6h. Fiz uns 20 minutos de aquecimento e depois fui para a concentração. Deu pra notar, de cara, que estava bem mais movimentado que no ano anterior: tendas das assessorias e grupo de corrida, gente oferecendo suplementos – mas que não ficou claro para mim se era para degustação ou se estavam vendendo – e, pelo jeito, mais inscritos que no ano anterior.

Encontrei o Neto, que não ia correr pois estava machucado. Conversamos um pouco e depois fui para um novo aquecimento, pois a largada estava atrasada. Em seguida vi o Elder Escóssio com sua reluzente camisa alvinegra – o Ceará havia conquistado o acesso à Série A na noite anterior. Chegando novamente na concentração, encontrei a Camilla e foram mais 5 minutos de aquecimento.

Pelo sistema de som, ouvimos alguém dizer algo do tipo: “pessoal, vamos lá. Quem for correr, fica mais na frente; quem for caminhar, fica lá atrás. Vamos dar a buzinada de largada. Pééééééénnnnnnnn”. Pronto, foi assim. Talvez eu tenha exagerado na quantidade de palavras, mas foi uma coisa bem curiosa a fala do mestre de cerimônias. Nada de alongamento coletivo ou contagem regressiva. Gente, era uma corrida organizada por uma academia! Será que não tinha quem conduzisse um alongamento!? Enfim… Vamos, lá! Eram 6h46min.

Primeira volta, ok. Saímos de frente à academia em direção ao Clube dos Calçadistas. De cara, 1km de subida. Uma quadra antes do final da Av. Mãe Rainha, o retorno e o primeiro ponto de hidratação, no quilômetro 1,5. Até o Clube dos Comerciários, tome mais subida. Ai, um pouco de “refresco” até chegarmos no Clube dos Calçadistas e entrarmos à direita, enfrentando uns dois quarteirões de terreno muito irregular (calçamento).

Em frente à Pousada Brisa da Serra, o segundo ponto de hidratação (aos 2.8km). Lá estavam Neudimar Pai e Neudimar Filho no apoio. Na av. Maria da Conceição Azevedo, viramos à direita em direção ao “Condomínio dos Médicos”. Mais uma ladeirinha de leve e viramos á esquerda – no Condomínio – e depois à esquerda novamente para entrar na Av. Maria Catunda, 1km de reta que termina com a ladeira mais íngreme do percurso. Nesse trecho havia mais um ponto de hidratação, por volta do quilômetro 4. Novamente viramos à esquerda e fizemos a volta na rotatória, tal qual os carros, até entrar pelo outro lado da av. Mãe Rainha. Isso foi só a primeira volta. Vamos fazer tudo de novo.

Na verdade a volta era de 5.2k e não 5.5k.

Agora era torcer para não faltar água – na primeira edição faltou – pois o sol estava meia hora mais quente; talvez meia hora mais perto!? Repare que até o quilômetro 4, tivemos 3 pontos de hidratação…

Abrindo a segunda volta. Foto: Wladir Rodrigues – Sprint Training.

Ao passar pela academia para iniciar a segunda volta, não vi se tinha posto de hidratação (previsto, inclusive, no regulamento). Encontrei o Achilles, esposo da Camilla, com sua reluzente camisa alvinegra. “Bora vozão”.

Só encontrei água lá no final da avenida, quando já estávamos aos 6.5km. Tudo bem, nada grave; 2.5km de distância entre os pontos é o padrão nas corridas por ai.

No próximo ponto de hidratação, já no quilômetro 8, nada mais de água. Comecei a rezar para que não faltasse no quilômetro 9. Como se diz por aqui, eu já tava de beiço seco! A Kélvia que vinha logo atrás me perguntou se eu ainda tinha água… Como falei mais acima, o percurso não era molezinha, não. Menos mal que no posto seguinte, havia água! Ufa!



Fim de prova com 54’38” para 10.4km. Pace médio de 5’17” e família esperando :D.

Depois de muuuuuito tempo, família esperando na linha de chegada! JC e sua reluzente camisa alvinegra. Bora vozão! Foto: Camilla Lopes.

Encontrei ainda o Pedro Ximenes – só nos conhecíamos no mundo virtual – e batemos um bom papo. No Face ele parece ser mais baixinho hehehe. Camilla e Kélvia no pódio feminino.

Camilla (P1) e Kélvia (P3) nos 10.5k. Foto: Instagram de Camilla Lopes.

No geral, a corrida foi muito boa. Percurso excelente, saindo dos “territórios conhecidos de Sobral”. Não vi grandes problemas. Apenas considero que poderia ter sido ainda melhor, não fosse pela falta do alongamento, largada atrasada e no susto. A falta de água num dos postos também não chegou a atrapalhar. Na verdade, era posto demais.

Um outro problema que não sei se de fato houve, foi com relação à quantidade de medalhas. Ouvi pessoas comentando que só estavam presentes 150 medalhas, enquanto o número de inscrições teria sido superior a 170. Se isso for fato, ai é uma falha grave. Esse pedaço de plástico faz toda diferença para quem treina e gosta de acumular conquistas.

Semana que vem tem Meia Maratona no meio do Mato! Promete ser muito boa!

Resumo da prova:

Kit: Camisa, viseira, sacolinha, número de peito. Inscrição: R$ 50,00 (individual) / R$ 35,00 (para grupos a partir de 4 atletas).
Balizamento: Razoável. Na segunda volta, tinha gente do staff que já não estava mais no seu lugar. Menos mal que o trânsito no bairro num domingo não é lá muito complicado.
Ambulância: Presente!
Hidratação: Boa. Mas acho que com menos pontos de hidratação, estava tudo certo. Num intervalo de 2.5km (entre o 1,5 e o 4) estavam todos os pontos de hidratação. Bastava ter colocado no 1,5 e no 4. Na segunda volta eles estariam no 6.5 e 9. Teríamos água em maior quantidade em cada posto e provavelmente não faltaria.
Lanche pós-prova: Melancia, frutas e docinho. Água do bebedouro da academia (geladinha).
Medalha: Acrílico.
Premiação: Troféu e “premiação” (mas não estava especificado o que seria esta premiação) para o primeiro colocado; troféu para segundo e terceiro. Tanto nos 10.5k como nos 5.5k. Masculino e feminino.

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