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#33 – I Meia Maratona de Sobral

Quarta prova do ano em Sobral. Segunda prova em julho! Que maravilha!

A I Meia Maratona de Sobral, ainda parte da comemoração pelos 244 anos da Princesa do Norte, teve um prazo relativamente curto de divulgação/inscrição/realização, mas empolgou desde o início os corredores da cidade. Afinal, nem a Capital teve a sua Meia Maratona em 2017. O evento foi organizado pela Prefeitura de Sobral e a RR soluções. De início a prova foi divulgada para o dia 23 de julho, um domingo, com largada às 6h. Pouquíssimo tempo depois, fixou-se o sábado, 22, com largada às 18h.

Ganhei minha inscrição na academia que frequento, a do SESI, depois de um sorteio realizado entre os “corredores” de lá. A última vez em que ganhei algo em sorteio foi no início do século; um pano de enxugar pratos! Daqui uns 15 anos jogo na Mega Sena.
Foto: Chaguinha Nobre.
Aliás, com relação às inscrições, elas poderiam ser via internet ou presenciais, custando R$30,00, R$ 40,00 e R$ 50,00 para as distâncias de 5km, 10km e 21km respectivamente. Quem fez pelo site, teve um acréscimo de R$ 5,00. Estudantes e idosos pagavam a metade do valor da inscrição. Atletas pertencentes ao Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, estavam isentos.

Em termos de premiação, nos 5km foi de R$ 300,00 , R$ 200,00 e R$ 100,00 para os três primeiros colocados. Para os 10km, R$ 1.500,00, R$ 500,00 e R$ 300,00 e para os 21km R$ 3.000,00, R$ 2.000,00 e 1.000,00 além de troféu em todos os casos. Paratletas e cadeirantes tinham a categoria de 5km com a mesma premiação dos 5km da categoria geral.

E tinha mais: para os nascidos ou residentes em Sobral, ainda havia uma premiação especial. Para os 5km, R$ 150,00 para o primeiro colocado e R$ 100,00 para o segundo; nos 10km, R$ 500,00 / R$ R$ 250,00 e nos 21km, R$ 1.500,00 / R$ 1.000,00 (ou seja, a Cris ficou estribada!).

Pensa que acabou? O primeiro colocado em cada faixa etária (até 29, 30 a 39, 40 a 49, 50 e 59, 60 pra frente) recebia troféu e mais R$ 100,00 (5km), R$ 300,00 (10km) ou R$ 500,00 (21km). Tudo isso pago em dinheiro e na cabine montada na concentração. Preciso treinar mais… No dia da prova, a organização do evento divulgou o número de inscritos: cerca de 850 divididos nas três distâncias.


Uma semana antes, com suporte da Sprint Trainning, fizemos o reconhecimento do percurso que, à princípio, desagradou à vários corredores, mas não a mim :D. Quando saiu o mapa, achei bem interessante. E depois deste treino, não teve quem não gostasse do percurso. Anote ai, fizemos no sábado o treino de 21k e mais uns quebrados, com parada pra foto, pra água, com sol (ainda que tímido), em 2h9min.

Sandra (esq.), eu, Camilla e Lela Mendes, os testadores do percurso. O Pé Seco também foi, mas saiu antes da foto.

Na terça um treino de tempo run (8km na tora… Teve gente que precisou até de banheiro, mas não vou entregar quem foi hahaha) e na quinta um treino noturno (mais 8km), para testar o que eu deveria almoçar, lanchar, etc.

No que se refere à comunicação e divulgação, o site do evento estava bem legal, organizado e com todas as informações necessárias. Houve apenas uma divergência com relação ao kit, que prometia chinelo de recordação e brindes dos patrocinadores. Nem encarte teve (graças!). Mas veio a blusa (linda, mas ruim para correr) e um boné, além da sacolinha, número de peito e chip. Tanto pelo Facebook quanto pelo WhatsApp, as dúvidas sempre foram respondidas prontamente e cordialmente.

Celso Luis e eu.

No dia da entrega, no Ginásio Poliesportivo de Sobral, tive a honra de encontrar o grande Celso Luís, com sua alegria de sempre. Mas fui para casa sem o boné, que ainda estava indisponível. Peguei no sábado, antes de ir à rodoviária receber meu amigo Válber Leão – que veio fazer sua primeira Meia Maratona internacional – e depois de pegar minha camisa com o próprio Celso e o Wladir, sócios na Sprint Training. Um presente maravilhoso, simbolizado por uma camisa. Sem palavras para agradecer o acolhimento por parte destes dois cabras!

Resolvido o problema da camisa para a prova!
Ao encontrar com o Válber na rodoviária, fizemos parte do percurso de carro, que ia deste terminal até a rua de nossa casa aqui em Sobral. Isso dava a metade do percurso. Almoçamos e o resto da tarde foi preguiçosa, jogando conversa fora e aguardando a hora.

Saimos de casa, às 17h, fizemos a outra metade do percurso e vimos que as placas indicadoras de distância já estavam posicionadas, bem como os pontos de hidratação abastecidos com gelo e já algumas pessoas do staff.

Estacionamos sem problemas na Praça do Abrigo (a 100m do Arco) e logo depois chegaram Elder Escóssio e Goiano.

Fomos para a “Arena” – foi assim que a organização chamou a área de concentração – e o clima estava bem legal. Palcos, painéis, arquibancada, área para assessorias, banda de Rock, um batalhão de drones e povo animado. Coisa bonita de se ver. Ficamos animados e já projetando a continuidade da prova nos anos subsequentes.

Paulinho Leme era o mestre de cerimônias. Presença do Prefeito de Sobral, Ivo Gomes, e também do “Prefeito” Jéfferson Malveira. Consegui identificar grupos de corrida de Canindé, Fortaleza e Juazeiro. Vi uns atletas do Cruzeiro, de Minas Gerais, mas não sei se eram mineiros ou se cearenses filiados ao clube. Também a Lia Campos, aquela que corre o mundo fazendo Meia Maratona. Que massa!

Valber e eu demos uma volta e pouco depois fomos para o aquecimento. Dez minutos de trote e depois alongamento. Para variar, encontramos um corredor aquecendo que se dizia machucado, mazelado, lascado, estrupiado, mas que correria mesmo assim. “Quando o cara diz isso, é pódio”, falei ao lembrar da corrida anterior. Depois encontrei a Cris, que não estava querendo peso de responsabilidade, dizendo que era um percurso muito difícil e coisa e tal. Sei…

Faltando cinco minutos para a hora marcada, fomos para o funil. Largaríamos passando por baixo do Arco de Nossa Senhora em direção ao Teatro São João. Não demorou muito e foi dada a buzinada.

O percurso tinha os quatro primeiros quilômetros pelo centro da cidade. Arco, Teatro, Igreja Menino Deus, Igreja da Sé, Câmara dos vereadores, Rodoviária, Praça da Coluna da Hora, Praça de Cuba, Museu do Eclipse, Cemitério e Mercado. A partir daí, a primeira divisão de trajetos: o pessoal dos 5km seguia reto em direção à UVA e o pessoal dos 10km e 21km, entrava à esquerda, em direção à prefeitura. Até ai, dois pontos de água geladinha! Mas o clima, abafadão.

Lá vamos nós pela John Sanford, aquela rua super europeia onde trilho do VLT e asfalto estão lado a lado. Ao chegar no Espetinho, mais ou menos no quilômetro cinco, o pessoal dos 10km entrava à direita em direção ao Centro de Convenções. Nós, os adultos, fomos direto, rumo à Serra da Meruoca.

Hospital Regional, Supermercado Pinheiro, Posto de Saúde da Cohab III e entramos à direita para depois subir pela avenida Cleto Ponte, em direção ao Renato Parente. Até então, tudo maravilhoso, exceto o clima, ainda abafadão. Água “no ponto”, pessoal do staff procurando incentivar e as pessoas na calçada davam aquele apoio. Foi muito interessante ver que elas se juntaram espontaneamente em pequenos grupos e nos davam força.

Adentramos o Renato Parente e tome água geladinha. Tudo que havia sido posto no mapa, estava lá. Ótimo. Valber e eu lado a lado. Ele poderia ter ido mais rápido, mas é um cara muito generoso e resolveu ir no meu ritmo.

Ao passar na minha rua, os vizinhos fizeram a festa com aplausos e incentivos. O Guigui ensaiou um sprint para nos acompanhar, para desespero de seu pai. Foi legal demais! Antes, porém, a Alessandra, minha colega de trabalho, e o Marcelo, seu marido, que moram uma rua antes, tentaram me matar do coração: “corre que a menina tá nascendo”! Era pegadinha do malandro.

Retornamos e em frente ao Clube dos Calçadistas havia um tapete de controle para registrar a passagem dos corredores. Novamente passamos pela minha rua e o apoio dos vizinhos foi maior ainda. Nisso tudo, 10 quilômetros em 1h01min.

Retornamos pela Av. Cleto Ponte e a partir dai, incrivelmente, me senti melhor, fisicamente falando. Consegui apertar o passo um pouco mais sem ficar esbaforido ou sentir dores. Então, soooola!

Foto: Tavares Júnior

Água no lugar prometido e o pessoal do staff em boa quantidade. Ao passarmos pelo estádio do Junco, um ônibus cheio do pessoal da organização passou e foi uma gritaria de incentivo. Muito massa.

Ao chegar no Centro de Convenções, entramos à esquerda para, ao meu ver, a pior parte do trajeto. Duas ladeirinhas em sequência. Antes, porém, tive um princípio de cãibra no… suvaco!?!?!? Pode isso, Chaguinha? Fui coçar o joelho esquerdo com a mão direita e apareceu isso na axila direita. Levantei o braço, apertei o local com força e passou. Ao chegar na cabeça da segunda ladeira, tudo tranquilo. Entramos à direita, vimos o “prefeito” Jéfferson Malveira que, como sempre, atende com alegria seu “eleitorado” e fomos até um pouco depois da Vila Olímpica. Um ponto de hidratação, mas que valia por dois, pois passamos por ele na ida e na volta.

Na volta, uma frase “profética”. A moça do staff me estendeu o braço com um copinho de água e eu neguei, dizendo “Não, essa corrida tem água demais. Tá de parabéns a organização”. Isso por volta do quilômetro 14.

No quilômetro 15, passamos com com 1h30min.

Foto: Tavares Júnior

Voltamos até o Centro de Convenções e subimos pela Avenida do Contorno, onde começa o show de alguns motoristas sobralenses. Cruzamentos com guardas civis e pessoal da organização, e mesmo assim os caras buzinavam, xingavam e ameaçavam avançar para cima dos corredores. Lamentável. Triste. Repugnante.

Na av. do Contorno, o bicho começou a pegar. Foto: Tavares Júnior.

A partir daí o negócio foi tão punk que ao posto de hidratação do quilômetro 16, simplesmente não conseguimos ter acesso, pois vínhamos da faixa da esquerda e deveríamos passar para a faixa da direita, mas os motoristas não deram vez. Tivemos que ir na faixa da esquerda para não sermos atropelados. Os cones sumiram e o pessoal do staff foi visto em menor quantidade. Mas, como essa corrida “tinha água demais”, julguei que logo a frente teria mais um ponto de hidratação e estaria tudo bem. Anrran…

Av. Dom José, na altura da praça São João. Mais um clique de Tavares Júnior, praticamente nosso personal photographer.

Cruzamos a Av. Diogo Gomes, passamos pelo Santuário de São Francisco e ao chegar na praça São João, entramos à esquerda. Fomos pela Dom José até chegar no Goiabão, onde entramos à direita e depois à esquerda na Av. Dr. Guarany. MESS, UVA (Campus Cidao), IFCE, Ciops, Aeroporto e finalmente um ponto de hidratação. Aproveitei para fazer a suplementação com a gloriosa Rapadura Preta. Mas eis que o Elder Escóssio passa por nós e traz a “boa” nova: “acabou a água”.

Entramos à direita, passamos em frente ao Colégio “Estadual”, UFC e em frente UVA (Campus Derby), lá estava a calha repleta de gelo, na escuridão, sem uma pessoa do staff e sem um copinho de água… Desolador… Seriam mais de 7km sem uma gota de água. Valber e eu apelamos e comemos o gelo que ali estava. Na hora, não pensamos na ruma de mão suja que entrou ali para pegar os copinhos de água. Era isso ou nada…

Entramos à direita e fomos até o Hospital do Coração. Passamos pelo “prefeito” Jéfferson Malveira que caminhava. “Sem água o motor pára”. Antes, passamos por um corredor que estava parado, alegando que não conseguia sequer voltar andando, pois tivera uma queda de pressão.

Eu estava beirando à tontura pois o clima, como falei várias vezes, estava abafado. Sem vento. E sem água nos 7km finais, complicava mais ainda.

Diminui, fui quase num trotinho, mas não estava disposto a parar. Estava passando em frente ao SAMU. Qualquer coisa, né…

Quilômetro final e o Wladir nos encontra perguntando se estava tudo bem. Eu menti dizendo que estava. Quer dizer, eu acho que era o Wladir.

Tempo bruto: 2h11min52s. Tempo gentil: 2h11min24s. Foto: Tavares Júnior.

Ao chegar na Rotatória do Arco, uma pessoa da Sprint Trainning me entrega a bandeira da assessoria para que eu entrasse no funil de chegada com ela. Muitas luzes piscando e gente aplaudindo na arquibancada. Ufa, cheguei! De acordo com o aplicativo, 21.4km em 2h11min. Pace médio de 6’09”.



Depois água (uau, água!), medalha bonita e lanche (1 maçã e um docinho. Fraco para quem correu 21k.). Como algumas pessoas relataram que a água tinha acabado também ali na chegada, então alguma alma bondosa me deu uma garrafa de água.

No que deu para acompanhar do pódio, aquele rapaz todo “esfolado” que encontramos no aquecimento, estava lá. Depois o Valber me contou que ele mora no nosso bairro em Fortaleza. No dia seguinte, vi que a Cris também subiu. No site da Forchip, o resultado já estava disponível no domingo. O primeiro colocado nos 21km, categoria masculino, José Márcio Leão Silva, fez a prova em 1h7min04s. Dos 95 meninos que cruzaram a linha de chegada, fiquei em 73°. No feminino, a primeira colocada, Antonia Bernadete Lins da Silva, fez a prova em 1h22min20s, sendo que 22 meninas concluíram a prova.

Enquanto eu faço 10k, o cara faz 21k. Arre égua! Foto: Tavares Júnior.

Se comparado à única meia maratona que tinha feito de forma “oficial”, baixei meu pace médio em mais de 20 segundos. Mas se comparado ao que eu poderia fazer, dada a última semana de treinamento e como eu estava me sentido até os 15km, foi “ok”. Certamente a falta de hidratação pesou. Mas, tudo é aprendizado.

Algumas pessoas reclamaram também da escuridão em alguns trechos e da falta de educação de alguns motoristas. Isso não foi culpa da organização. As falhas da organização, ao meu ver, foram o fraco lanche e a falta de água no último posto. No caso da hidratação foi um erro de cálculo básico. Se por aquele ponto passariam os corredores de 10km e de 21km, que se pegasse o número de inscritos nessas distâncias (multiplicando o número de corredores dos 21k por 2, pois o nosso retorno era bem mais à frente deste ponto, ou seja, provavelmente a maioria pegaria água na ida e na volta) e desse mais um lastro de uns 10%, já que alguns corredores pegam dois copos. Mas, enfim, acontece. Obviamente que ninguém da organização fez de propósito (“bora deixar esse pessoal com a boca seca!”); uma coisa que não se pode negar é que houve empenho em se fazer uma bela corrida.

Levando em conta que a organização não era de principiantes, também considero que a camisa foi um ponto negativo. Linda, mas não adequada para atividade física de longa duração. Ok, eu mesmo digo que é mimimi ficar falando de kit, mas a partir do momento que ele é entregue, certamente entrou na tabela de custos. E a receita do evento necessariamente leva em conta os custos. Então…

Mas, uma meia maratona é bem mais que isso. Avalio que a corrida foi excelente. Organizar um trecho de 21km sem precisar dar voltas, não é tão moleza. Requer gente para organizar isso tudo. O percurso foi muito bom, bem sinalizado e razoavelmente balizado, com variações e relativamente seguro (uso o relativamente pelo fato de morar na cidade há 12 anos e, mais ou menos, saber onde estou pisando). A organização foi perfeita até os 15km. Premiação ótima, inclusive valorizando os moradores da cidade com premiação especial/extra. As pessoas indo para a rua apoiar e incentivar é algo sensacional, ao contrário da minha terra natal onde tem gente que joga ovo cru nos corredores.

Espero que a prova tenha vida longa em nossa cidade. O problema que aconteceu é de fácil solução. Certamente pessoas de todo o estado virão para nossa querida Princesa do Norte. É o turismo esportivo.

Vale destacar, também, o apoio dado pela Prefeitura de Sobral. Como na camisa não havia aquele “mural” de patrocinadores, deduzo que o apoio financeiro da prefeitura foi crucial. Ótimo, parabéns!

Na seção agradecimentos, quero deixar meu muito obrigado à Ju por me dar toda a força para participar da corrida, mesmo com o receio de que a Marcele pudesse chegar durante a prova. Ao JC que se empolga ajudando a separar os acessórios e a rapadura. Ao Chaguinha por fazer fichas e treinos para “baixar a bola”, assim, depois de uma prova dessas, as dores duram apenas uma noite. Também aos professores do SESI, pelo apoio de sempre e pela cortesia :). À parceira de treinos Camilla, a quem devo muito dessa escalada. Ao Celso e ao Wladir (Sprint Trainning) que dão além do suporte material, a força que nos fazem querer ainda mais. Ao Valber que segurou o ritmo mesmo podendo ter feito tranquilamente a prova em menos de duas horas. Ao Tavares Júnior e aos demais fotógrafos que sempre nos registram nas provas; as fotografias nos permitem envolver os amigos e parentes que não estiveram ali, suando e, no futuro, vão fazer o JC e a Marcele dizer para os seus filhos que o vovô era metido a corredor. Enfim, obrigado também a todos aqueles de quem estou esquecendo neste instante :D.

Agora o desafio é esperar a chegada da Marcele, que será no máximo em 31 de julho!



E que venham as demais provas. Caso se confirmem, ainda teremos mais quatro provas em Sobral este ano. Espero participar de duas: a da VIP-5km em agosto e do SESC-Sobral-10km em setembro.

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