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#24 – Circuito Sesc – Etapa Sobral – 2016

Finalmente, na quinta corrida do ano: casa.
Praticamente tudo igual: percurso, organização (sempre muito boa), trajeto, participantes... Não se trata de uma reclamação, pois gosto muito dessa corrida, mas para não se estender demais, caso queira saber detalhes "técnicos", clique aqui e aqui.
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Dividindo o longão semanal em dois. Sábado: parte 1.
Então, vamos tentar abordar outros pontos.

No momento, meu foco é a prova da Pague Menos – 21k – , no final de setembro. Então, ainda que sem planilha, os treinos têm sido direcionados para esta finalidade. Uma das metas semanais é correr entre 18km e 21km aos finais de semana. Com prova de 10km no domingo, não daria para correr no sábado. Mas também não daria pra fazer tudo no domingo… O que fazer? Acatando a sugestão da Camilla Lopes, corremos 14km no sábado. Eita! Correr esse tanto no sábado e depois mais 10km no domingo? Nunca tinha feito isso. Nunca tinha cogitado fazer isso. Mas, vamos lá!

Paralelamente a isso, algo muito importante pra mim estava acontecendo em Fortaleza. Padre Júlio, o homem que indicou caminhos melhores para muitas vidas na década de 1990 lá na comunidade Santo Antônio (Granja Portugal, Fortaleza) estava na Terrinha para nos visitar. Mas, como a Julicarla trabalharia o sábado inteirinho e a celebração presidida por ele seria no domingo as 9h, não daria certo chegarmos a tempo. Confesso que uma das coisas que pesaram na decisão de “aceitar” fazer esse treino no sábado foi achar que de última hora poderia nos dar “a doida” e irmos pra Fortaleza na madrugada de domingo. Corrida do SESC tem todo ano; Padre Júlio não! Mas como só me “astrevo” a dirigir durante o dia, achamos melhor não fazer isso, uma vez que teríamos que retornar ainda no domingo. Enfim, medidas de segurança e receio de arriscar. Ele é durão, vai vir ao Brasil mais vezes!
Padre Júlio: canadense arretado!
Voltando à Sobral, na noite do sábado apenas um leve incômodo nos joelhos mas nada que uma pomadinha daquelas do tipo refrescante, não amenizasse.

No domingo, fiquei com “pena” de insistir com a Ju para que ela fosse também pra corrida com o JC. O sábado tinha sido puxado pra ela. Mas mesmo assim, ela levantou quando eu estava de saída e ainda disse que iria. Ô muié invocada. Imaginando o quanto deve ser “chata” a espera e ainda tendo que ficar de olho num pimenta em praça aberta, não insisti na ideia.

Assim, as 6h10min fomos Camilla, Débora (corredora amiga de Camilla) e eu. Chegamos, encontramos os conhecidos, aprendi o nome de outros corredores pelos quais cruzamos semanalmente e esperamos a largada. O tempo nublado, mas nem me animei. Aqui em Sobral não são raras as manhãs onde o Sol e as nuvens ficam de gracinha e depois pá! Mas não é que hoje ficou nublado mesmo?
Clima maravilhoso!
A prova começou com um atraso de cerca de dez minutos mas nada que tirasse a empolgação do pessoal. Já no funil de largada encontrei a Márcia Santos, colega de academia e nova corredora de Sobral (para a qual tanto sugeri descanso a partir de quinta, mesmo eu fazendo tudo ao contrário). Lá fomos nós sob o olhar vigilante de um drone.

Hoje o que me chamou atenção foi a quantidade de pessoas que não se preparam adequadamente para uma prova de 10km e mesmo assim “metem as caras”. Muita gente passando feito uma bala e lá na frente você encontra andando… Outros se mostram claramente incomodados quando são alcançados por quem vem de trás: dão aquela olhadinha de lado e devem pensar assim: “O quê? Quer passar na minha frente? Vai nada!”. E ai aceleram… Mas, devido a falta de preparação adequada e, principalmente, de prática com corridas, logo se rendem: “tá bom, passa, passa…”. Falo isso não com menosprezo, de maneira alguma. Já fui e ainda sou ultrapassado várias vezes. Mas hoje isso acontece apenas pelo fato de corredores mais rápidos e experientes largarem depois de mim. Só penso que, como nossa finalidade com a prática da corrida de rua é a busca por qualidade de vida, é extremamente necessário um zelo maior com a preparação: exames médicos e constância de treinos. Muito provavelmente esse fenômeno é mais percebido em corridas como esta, com inscrição gratuita.

Depois disso, de curioso só que por volta de quarenta minutos de prova, houve uma leve chuvinha. Clima surpreendente para os padrões sobralenses no mês de setembro.

Apesar dos 14km do dia anterior, consegui manter um bom ritmo de prova com direito até a sprint no final e tempo de 56:41 (pace médio de 5:40). Em 2014 fui o último na minha faixa etária (37°). Em 2015, 37º de 54 participantes na faixa etária 35-39. Nesta, 28º de 56 participantes.

Por fim, encontrei mais alguns amigos, foto aqui outra ali, e na premiação, Camilla e Débora subiram ao pódio nas faixas etárias.

Mais duas semanas de treinos e chegaremos à corrida da Pague Menos, que será minha 25ª.
Pegando moral ao lado de Helder Kimeto (esq.) e Felipe Kipchoge.
Minha xará Márcia Santos completando sua primeira prova de 10km. E é apenas a segunda corrida dela na vida. Essa é uma pessoa de atitude!
Prof. Do Carmo, meu ex-aluno e também conhecido como China.

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